Notar mais fios de cabelo no travesseiro ou no ralo do chuveiro costuma gerar preocupação imediata — e com razão: a queda de cabelo tem causas bem diferentes entre si, e cada uma pede um tratamento específico. Entender qual é a sua causa é o passo mais importante antes de começar qualquer tratamento.
As duas causas mais comuns de queda de cabelo
- Eflúvio telógeno: queda difusa (por toda a cabeça) e geralmente temporária. É provocada por um evento estressante — físico, emocional, hormonal ou nutricional — que empurra uma quantidade anormal de folículos para a fase de repouso, gerando queda intensa semanas ou meses depois. Causas comuns: pós-parto, alterações da tireoide, infecções, nutrição inadequada, uso de certos medicamentos e estresse intenso.
- Alopecia androgenética: miniaturização progressiva dos folículos capilares, levando ao afinamento gradual dos fios e à calvície de padrão (nas entradas, no topo da cabeça). É uma condição crônica e progressiva, com forte componente genético e hormonal.
Confundir as duas é comum — e perigoso: um tratamento pensado para eflúvio telógeno não resolve a alopecia androgenética, e o atraso no diagnóstico correto pode comprometer o resultado a longo prazo.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico correto envolve avaliação clínica detalhada, histórico familiar, exame de dermatoscopia/tricoscopia (que analisa a espessura e a densidade dos fios) e, quando necessário, exames laboratoriais para investigar causas hormonais, nutricionais ou de tireoide.
Tratamentos dermatológicos para queda de cabelo
O tratamento depende diretamente do diagnóstico:
- Exossomos capilares: estimulam a regeneração do folículo e a comunicação celular na região do couro cabeludo.
- Tricologia e MMP capilar: protocolo voltado para o fortalecimento e a recuperação dos fios.
- Mesojectgun: tecnologia de microinjeções para entrega de ativos direcionados ao couro cabeludo.
Em casos de eflúvio telógeno, o tratamento também passa por identificar e corrigir a causa de base (nutricional, hormonal, etc.), além dos procedimentos capilares.
Quando procurar um dermatologista
Se a queda de cabelo está mais intensa que o normal por mais de 2-3 meses, se você percebe rarefação em áreas específicas do couro cabeludo, ou se há histórico familiar de calvície, vale buscar avaliação — quanto antes o diagnóstico correto é feito, maiores as chances de resposta ao tratamento.
Por que tratar a queda de cabelo com a Dra. Juliana Beani?
O diagnóstico diferencial entre eflúvio telógeno e alopecia androgenética — e entre essas e outras causas menos comuns — exige avaliação médica especializada. A Dra. Juliana Beani, médica dermatologista, investiga a causa real da sua queda de cabelo antes de indicar qualquer tratamento. Na Clínica Dra. Juliana Beani, em Jundiaí, você conta com tricoscopia, protocolos regenerativos e acompanhamento contínuo.
Perguntas Frequentes
Toda queda de cabelo é definitiva? Não. O eflúvio telógeno, por exemplo, costuma ser temporário e reversível quando a causa de base é identificada e tratada.
Queda de cabelo é sempre genética? Não necessariamente. A alopecia androgenética tem forte componente genético, mas o eflúvio telógeno é geralmente causado por fatores externos (estresse, hormônios, nutrição).
Quantos fios caem por dia é considerado normal? Em geral, a perda de 50 a 100 fios por dia é considerada dentro da normalidade — acima disso, vale investigar a causa.
Exossomos capilares funcionam para todo tipo de queda? Funcionam melhor quando a indicação é adequada ao tipo de queda — por isso o diagnóstico prévio é essencial para o sucesso do tratamento.
Agende sua consulta
Se você está enfrentando queda de cabelo e quer entender a causa real do problema, agende uma avaliação com a Dra. Juliana Beani, médica dermatologista em Jundiaí.
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